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	<title>Clauber c_load [O blog]</title>
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	<description>Meu blog, nada além disto.</description>
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		<title>Calor infernal</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 23:43:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clauber Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Parece que oficialmente o Rio de Janeiro virou uma filial latina do inferno. Não somente pelos problemas que enfrentamos todos os dias, como a corrupção de autoridades e também por causa da violência, mas também pelo nosso verão efervescente. Ag0ra virou rotina encarar uma temperatura de 45ºC na mente sem nenhuma chuvinha no final da noite.</p>
<p style="text-align:<p>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Parece que oficialmente o Rio de Janeiro virou uma filial latina do inferno. Não somente pelos problemas que enfrentamos todos os dias, como a corrupção de autoridades e também por causa da violência, mas também pelo nosso verão efervescente. Ag0ra virou rotina encarar uma temperatura de 45ºC na mente sem nenhuma chuvinha no final da noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Devo admitir que este verão é tudo de bom para quem estudou o ano inteiro e chega nas férias pronto para a praia. Mas infelizmente eu não faço parte desta categoria. Faço parte daquela classe que seja dezembro, janeiro ou fevereiro ainda está trabalhando. E o pior, de calça jeans!</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, o sol! Tão desejado pelos tantos que vão à praia quanto xingado pelos que estão tendo que trabalhar sob sua influência (exceto os vendedores de água e refrigerante). Mas isto deve ser castigo mesmo. Quem mandou não ter tempo para ir à praia. Quem mandou não morar de frente para a praia.</p>
<ul>
<li>Deveriam colocar o protetor solar como um item do EPI (equipamento de proteção individual) dos trabalhadores.</li>
<li>Deveriam fazer um piscinão do centro da cidade (eu sei que o Mergulhão  da Praça XV serve para isto, mas ele só funciona em dias pós-chuva e a qualidade da água não é das mais confiáveis).</li>
<li>Me contentaria também com restaurantes aquáticos. Aonde você almoçaria numa piscina e poderia aproveitar o pós-almoço com lindas massagistas. E isto tudo por preços que caibam no meu bolso.</li>
</ul>
<p>E vocês? Possuem alguma dica ou sugestão que para melhorar o verão dos pobres mortais?</p>
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		<title>Solidão &#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 02:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ludmila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Hoje estou meio introspectiva , com saudades de alguma coisa que ainda não vivi! </strong></p>
<p><strong>Sonhos que martelam na cabeça</strong></p>
<p><strong>Vontades que só ficam em pensamentos </strong></p>
<p><strong>Falta força as vezes para realizar tudo aquilo que desejo! </strong></p>
<p><strong>São tantos que as vezes se tornam nada! </strong></p>
<p><strong>Ai só sobra o vazio &#8230; uma tela fria .. e  a falta</strong>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje estou meio introspectiva , com saudades de alguma coisa que ainda não vivi! </strong></p>
<p><strong>Sonhos que martelam na cabeça</strong></p>
<p><strong>Vontades que só ficam em pensamentos </strong></p>
<p><strong>Falta força as vezes para realizar tudo aquilo que desejo! </strong></p>
<p><strong>São tantos que as vezes se tornam nada! </strong></p>
<p><strong>Ai só sobra o vazio &#8230; uma tela fria .. e  a falta de algo q nem sei se irei viver! </strong></p>
<p><strong>boa noite a todos .. beijinhos doces .. </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Oláaaa&#8230;</title>
		<link>http://clauber.com.br/arquivos/olaaaa</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 01:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ludmila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong><em>Pra quem me conheçe (clau) &#8230; Obrigada pelo espaço ! </em></strong></p>
<p><strong><em>Pra quem não me conheçe, Prazer &#8230; Mylla .</em></strong></p>
<p><strong><em>Não sei ainda o que vocês gostam de ler. Então escreverei um pouquinho  e aos poucos conhecendo vocês um pouquinho mais fica mais fácil .</em></strong></p>
<p><strong><em>Para os blogueiros de plantão , gostaria de conhecer vocês.</em></strong></p>
<p><strong><em>Mas gosto de escrever de</em></strong>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Pra quem me conheçe (clau) &#8230; Obrigada pelo espaço ! </em></strong></p>
<p><strong><em>Pra quem não me conheçe, Prazer &#8230; Mylla .</em></strong></p>
<p><strong><em>Não sei ainda o que vocês gostam de ler. Então escreverei um pouquinho  e aos poucos conhecendo vocês um pouquinho mais fica mais fácil .</em></strong></p>
<p><strong><em>Para os blogueiros de plantão , gostaria de conhecer vocês.</em></strong></p>
<p><strong><em>Mas gosto de escrever de amor , poesias , e coisas de mulher !!! hauahua (os meninos detestam) &#8230; </em></strong></p>
<p><strong><em>Vou bolar uns textos mais  interessantes , mas nesse momento .. as 23:34, to pensando numa cama ! rsrs num bom sentido claro . </em></strong></p>
<p><strong><em>Deixo meu carinho a todos .. </em></strong></p>
<p><strong><em>Boa noite! </em></strong></p>
<p><strong><em>Mylla</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Visão para 2020 da Mary</title>
		<link>http://clauber.com.br/arquivos/visao-para-2020-da-mary</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 16:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariangela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Rotina de segunda a sexta:</p>
<p><span style="color: #666699;">07:15h<br />
</span>Eu acordo.<br />
Bom dia, filhotinhos da mamãe!!!!!!!!!!!- Digo entrando no meu canil e dando um cheirinho na cabeça de cada um dos meus 7 cachorros SRD.<br />
Alimento cada um  e a babá deles bate à porta para levá-los a um passeio&#8230;<br />
Arrumo minhas coisas, tomo um café com pão de queijo recheado, como&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rotina de segunda a sexta:</p>
<p><span style="color: #666699;">07:15h<br />
</span>Eu acordo.<br />
Bom dia, filhotinhos da mamãe!!!!!!!!!!!- Digo entrando no meu canil e dando um cheirinho na cabeça de cada um dos meus 7 cachorros SRD.<br />
Alimento cada um  e a babá deles bate à porta para levá-los a um passeio&#8230;<br />
Arrumo minhas coisas, tomo um café com pão de queijo recheado, como meus cereais e uma maçã, meio copo de leite e vou trabalhar!</p>
<p><span style="color: #666699;">09:00h</span><br />
Eu chego ao trabalho. Faço um lanche. Esnobo o fato de ser sempre magrinha e praticar esporte enquanto minhas amigas regulam meu apetite. E vou trabalhar no que gosto feliz e contente!</p>
<p><span style="color: #666699;">16:00h</span><br />
Eu saio do trampo e quem me espera na saida? Quem? Quem?Quem?<br />
Sim, ELE, meu D. Juan fiel e gostoso! (DE FATO CLAUBER: NÃO É VOCÊ!)<br />
ELE para o carro em frente ao meu escritório e abre a porta para eu entrar&#8230;<br />
Para onde vamos hoje?- Sorridente eu pergunto ao meu marido.<br />
Hoje vamos para minha casa, estou preparando mais uma surpresa para você! Hoje dispensei a empregada, ela precisava trocar a dentadura, pintar os cabelos brancos e passar no dermatologista para tirar as verrugas, aí resolvi eu mesmo fazer um jantar especial para você!<br />
Olho para o banco de trás e avisto um vinho chileno de 1982, (hummm!está muito bem intencionado). Quase me desanimei imaginando uma síndrome de Paulo Maluf (<a href="http://estrangeiradestemundo.blogspot.com/2009/12/todo-homem-sofre-da-sindrome-paulo.html" target="_blank">http://estrangeiradestemundo.blogspot.com/2009/12/todo-homem-sofre-da-sindrome-paulo.html</a>), mas não!<br />
Chegando à casa ele vestiu somente o avental (ênfase no SOMENTE), colocou um filme (não-pornô) para eu assistir enquanto ELE cozinhava.</p>
<p>Admirava as flores PLANTADAS no jardim de inverno do seu apartamento e algumas vezes a abertura do avental atrás&#8230; Tudo está perfeito! O cheirinho de strogonoff de camarão flambado com conhaque estava maravilhoso.<br />
O filme Cidade dos Anjos já estava acabando e eu chorava junto ao Bob, o labrador preto dele que estava me fazendo sala! rs<br />
O jantar estava pronto!</p>
<p>CONTINUA&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Era uma vez: &#8230;. os anos 80 e 90</title>
		<link>http://clauber.com.br/arquivos/era-uma-vez-os-anos-80-e-90</link>
		<comments>http://clauber.com.br/arquivos/era-uma-vez-os-anos-80-e-90#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 03:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clauber Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sou uma pessoa que nasceu na década de 80 (mais precisamente em 82) e que viveu as grandes modas e manias das décadas de 80 e 90. E tenho reparado as mudanças que a vida de hoje proporcionava que antes não existia. Antes que pense que se trate em mais um post saudosista que diz que tudo que&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sou uma pessoa que nasceu na década de 80 (mais precisamente em 82) e que viveu as grandes modas e manias das décadas de 80 e 90. E tenho reparado as mudanças que a vida de hoje proporcionava que antes não existia. Antes que pense que se trate em mais um post saudosista que diz que tudo que é antigo é bom, devo avisar que irei apenas fazer uma comparação sem nenhuma pretensão das coisas que existiam antes e hoje não mais existem.</p>
<div id="attachment_252" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-252 " title="Você se lembra?" src="http://clauber.com.br/wp-content/uploads/2009/12/sega-master-system-300x218.png" alt="Master System. Qual o melhor game daquela época?" width="300" height="218" /><p class="wp-caption-text">Qual o melhor game da época?</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um dos setores com maiores impactos foi o lazer. Nossa, só de imaginar em comparar os jogos de um Wii com os de um Atari/Nitendinho é uma aberração. E o pior de tudo que era muito divertido. Que atire a primeira pedra quem nunca ficou <strong>HORAS</strong> jogando Enduro ou River Raid III no Atari, ou achava graça em ganhar de 50&#215;0 no International Superstar Soccer no Nitendo. O engraçado era que, no ISC, os gols saíam sempre da mesma maneira. Naquele escanteio marcado na 1ª trave; pelo chute de fora da área; ou encobrindo o goleiro (para os mais viciados &#8211; nem dá para chamar de habilidosos porque habilidade não era um pré-requisito).</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia temos jogos que ultrapassam a nossa imaginação. O engraçado é que um dia desses, Gustavo (estagiário de inglês lá do curso) foi mandar uma que odiava PacMan. Ele quase que apanhou. Simplesmente porque naquele momento só existiam pessoas que viveram este momento Atarista da vida. Mas eu entendo-o. É muito difícil para ele compreender que o aqueles jogos quadrados e sem nenhum efeito gráfico avançado tenha graça. Só quem viveu sabe.</p>
<p style="text-align: justify;">A música também sofreu grandes mudanças. Nesta área eu segui o tempo. Um dia desses passei em frente à uma loja de som automotivo e eles colocaram nada mais, nada menos uns dos top hits do funk: &#8220;Feira de Acari&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Não perco mais a linha ouvindo este som, mas você ainda é capaz de me encontrar sussurrando as letras sem errar. Fora as outras bandas da época. Gun&#8217;s, Scorpions, Oingo Boingo, The Smith, The Cure, A-ha, Biquíni Cavadão, Paralamas do Sucesso, Engenheiros do Hawaii e outros. E muitas bandas sobrevivem de shows para o pessoal da época. E não são poucas pessoas. Mas devo admitir que prefiro as músicas mais atuais (salvo algumas exceções).</p>
<div id="attachment_256" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-256" title="Eu adorava!" src="http://clauber.com.br/wp-content/uploads/2009/12/seriado_changeman-300x224.jpg" alt="Esquadrão relâmpago.... CHANGEMAN!" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">Esquadrão relâmpago .... CHANGEMAN</p></div>
<p style="text-align: justify;">Ahhhh &#8230; e as festas. Estas eram peculiares. Me lembro que tinha um vizinho que ia para o baile funk de corredor. Voltava todo quebrado cheio de marca das porradas de borracha de pneu que levava dos seguranças &#8211; mas voltava feliz. Acho que este tipo de baile até pouco tempo ainda existia. Bom, me lembrei também dos bailes de espuma. Uhulllll &#8230;.. isto o pessoal gostava! Pena que manchava a roupa. Mas quem se importa com isto?</p>
<p style="text-align: justify;">Além disto, as festinhas americanas no salão de festas eram bem rotineiras. E o show mais caro que eu tinha pensado em ir foi o show do Metallica no Estádio da Gávea que estava custando R$ 60,00. Por falar em shows caros. Não posso esquecer. A carteirinha da meia-entrada. Sinceramente, nunca usei uma carteirinha de meia. Acho que antigamente ela não tinha o seu uso tão vasto assim.</p>
<p style="text-align: justify;">A roupa mudou pouco. Quero dizer. Vestuário é algo que estará sempre em constante mudança. Não adianta comparar. Mas algumas modas fazem história. E uma delas foi o Nauru. Sonho de consumo de 10 entre 10 jovens. Também nunca vi um calçado ser tão falsificado.</p>
<p style="text-align: justify;">Televisão:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quando criança: Xuxa e Angélica.</li>
<li>10-14 anos: desenhos japoneses e outras coisas que não me lembro mais. Aliás, Power Rangers não eram (e, provavelmente, nunca serão) nem 1/10 do que foi os Changeman e outros dos gênero.</li>
<li>Pós 15: Barrados no Baile, Plantão Médico e Casseta e Planeta.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Se a qualidade televisiva melhorou ou piorou hoje em dia eu não sei, pois não gosto e nem vejo mais TV.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_262" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-262" title="Item obrigatório para os estudantes" src="http://clauber.com.br/wp-content/uploads/2009/12/kichute-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Kichute, mais do que uma lenda!</p></div>
<p style="text-align: justify;">Lanches escolares: Mirabel e Toddynho. Já que estamos falando de escola, se lembram do Kichute?!?!?! Aquela mesma chuteira de ir ao colégio que tínhamos que dar umas 20 voltas na canela para fazer o nó!</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #888888;"> </span></em>Continuando a série escolar, não dá para deixar de lembrar das coleções da Faber Castel. Início de ano no colégio era aquela guerra para ver quem tinha a maior coleção de lápis que, no final, quase não usávamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora. No Rio de Janeiro tinha algo que somente a minha geração pode aproveitar: Tivoli Park. Simplesmente o melhor parque de diversões que a cidade já teve!!! Quem viveu curtiu, quem não curtiu nunca saberá!<br />
E, por falar em parques, para quem viveu a infância na Zona Norte &#8211; Oeste da cidade deve ter passado pelo menos uma vez no parque de Marechal Hermes. É um dos parques mais antigo da cidade (junto com o Shangai) e foi tombado pela Prefeitura. Quem passa hoje em dia por lá mal sabe que aquele pequeno pedaço de terra já foi a alegria da criançada.</p>
<p style="text-align: justify;">E por falar em Shangai, alguém sabe como que anda este parque? Tem séculos que não passo por aquela região. E nem sei como o parque vive (se ainda vive) hoje em dia.</p>
<div id="attachment_260" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-260" title="Tão útil ...." src="http://clauber.com.br/wp-content/uploads/2009/12/pager_teletrim.jpg" alt="" width="200" height="150" /><p class="wp-caption-text">Do you remember?</p></div>
<p><em><span style="color: #888888;"> </span></em>Hoje em dia, com a invasão de celulares na vida das pessoas, vemos até crianças portando estes dispositivos portáteis (que hoje em dia não se resumem somente à conversação, incluindo recursos como TV, computador, rádio e &#8211; se der mole &#8211; de micro-ondas também). Naquela época, o pager era o destino dos pobres mortais (pobres mesmo, porque os ricos tinham direito àqueles celulares StarTac da Motorola).</p>
<p style="text-align: justify;">Quem não se lembra de ter ligado uma única vez para a central da Teletrim ou da Motorola para passar mensagem para alguém? Quem um dia não teve a curiosidade de saber se as atendentes escreviam tudo mesmo (incluindo os palavrões) e enviou uma mensagem para si mesmo de teste? Quem não achava aqueles minúsculos aparelhos como o auge da tecnologia?<em><span style="color: #888888;"> </span></em></p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, esqueci de algo? Deixe aqui também alguns fatos, locais e momentos de sua vida pré século XXI.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços à todos e um bom Natal!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>La profesora F</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 19:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clauber Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem coisas que fazemos em nossas vidas que nos surpreendem. No caso deste post vou falar sobre minha experiência pessoal com a língua espanhola. Começou com uma simples tentativa de passar o tempo vaga num momento que queria distrair a mente. Pois bem, foi aí que começou a história.</p>
<p style="text-align: justify;">Participo de praticamente 3 turmas diferentes, e&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://clauber.com.br/wp-content/fotos/cache/41__240x180_espanol_1.jpg" alt="espanol_1" title="espanol_1" />
</a>
Existem coisas que fazemos em nossas vidas que nos surpreendem. No caso deste post vou falar sobre minha experiência pessoal com a língua espanhola. Começou com uma simples tentativa de passar o tempo vaga num momento que queria distrair a mente. Pois bem, foi aí que começou a história.</p>
<p style="text-align: justify;">Participo de praticamente 3 turmas diferentes, e o pessoal é bem legal (jabazinho básico). Eles são tão tagarelas quanto eu sou. O engraçado que aquilo vira uma arena de discussão sobre os mais variados assuntos: economia, finanças, aquecimento global, geopolítica, culinária ou qualquer outra coisa que vier em nossas mentes. Fisk também é cultura (nossaaaaaaaaaaa!)!<br />
<em>[Foto: Francis e Raquel]</em></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o divertido mesmo é a <strong>professora F</strong> (somente o F porque estou  sob ameaças de processo e reprovação caso divulgue o nome da Francis). Pois bem, pessoa única no curso todo. É atenciosa (jabazão necessário, tenho prova na terça). Porém, preciso demonstrar algumas características dela:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Você já teve algum(a) professor(a) que escreve no quadro um desejo de bom dia em forma de um emoticon similar à este »» <img src='http://clauber.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ?</strong> Pois bem, ao entrar na sala nos deparamos com a data devidamente atualizada com um sorriso pleno no quadro!</li>
<li><strong>Você já teve algum(a) professor(a) que, ao sair para beber água, pergunta se alguém quer e na volta ainda é capaz de trazer 4 (quatro) copos de água/café nas mãos sem deixar derramar?</strong> Pense bem, pois não existe módulo de equilibrista na licenciatura em letras.</li>
<li>Agora, em uma língua que &#8220;ch&#8221; é uma única letra, além de possuir letras como &#8220;ll&#8221;, &#8220;rr&#8221;, compreender e aceitar que nesta língua não existe um simples &#8220;ss&#8221; é bem estranho. Mas isto é até fácil de lembrar, porque, a cada vez que erro, ela manda um suspiro pré-infarto e diz que eu cometi um erro muito grave.</li>
<li>**** (15/12/09) **** Não poderia deixar de falar das crises de risos (me lembrei porque hoje a Prof F teve uma). É uma ação obrigatória para que possamos manter o ambiente descontraído na turma.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Mas, enfim, estou gostando muito do curso. Apesar de agora estar numa parte em que tenho que decorar as quase infinitas utilidades e empregos para &#8220;lo(s)&#8221;, &#8220;la(s)&#8221;, &#8220;se&#8221;, &#8220;selo(a)&#8221;, &#8220;el&#8221; e coisas afins que conheço, já esqueci ou que ainda vou aprender. E eu achei que seria fácil!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, gostaria mesmo de demonstrar aos 2 visitantes mensais deste blog o reconhecimento por toda a atenção e dedicação que a professora F, MSc, tem tido comigo durante estes 6 meses. Ela é gente boa pacas e merece a minha consideração!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mulheres que não gostam de flores</title>
		<link>http://clauber.com.br/arquivos/mulheres-que-nao-gostam-de-flores</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 12:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clauber Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esta semana encontrei uma questão para refletir um pouco. Em nossa sociedade, existe a crença que um &#8216;verdadeiro cavalheiro&#8217; é o homem que dá flores para a mulher desejada logo no primeiro encontro. Porém, existe uma classe de homens que não dão flores de forma alguma. E existem aqueles que somente dão em casos de emergência como, por&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-222 " title="Oferecer ou não, eis a questão!" src="http://clauber.com.br/wp-content/uploads/2009/12/gentleman_flores-150x150.jpg" alt="Flores, uma boa opção de presente?" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Flores, uma boa opção para agradar?</p></div>
<p style="text-align: justify;">Esta semana encontrei uma questão para refletir um pouco. Em nossa sociedade, existe a crença que um &#8216;verdadeiro cavalheiro&#8217; é o homem que dá flores para a mulher desejada logo no primeiro encontro. Porém, existe uma classe de homens que não dão flores de forma alguma. E existem aqueles que somente dão em casos de emergência como, por exemplo, quando uma relação está quase no fim ou percebem que se não fizerem isto não ganham nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Independente do homem, a modernidade também chegou neste segmento. Ante uma quantidade de quase 100% das mulheres que adoram receber este tipo de agrado, temos hoje um grande percentual de mulheres que não gostam (para não dizer que odeiam) receber flores.</p>
<p style="text-align: justify;">Os motivos argumentados são os mais diversos. Desde alergia, passando por falta de criatividade, falta de espaço em casa (esta desculpa existe!), acham sem graça receber algo que irá durar menos de 3 dias (como se o chocolate durasse mais do que 2 horas) ou simplesmente porque não gostam.</p>
<p style="text-align: justify;">Independente do motivo apresentado, existe um grande problema para os homens. Na tentativa de agradar uma mulher, ele pode estar simplesmente colocando tudo a perder. Então, como identificar este tipo de mulher? Resposta: não sei.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, as únicas mulheres que aceitam  -  quase que integralmente  &#8211; receber flores são as mães (por enquanto) e as que já faleceram (estas porque não possuem poder de reação). Atualmente a melhor forma é perguntar, seja diretamente ou indiretamente. Antigamente achava que as mulheres mais &#8216;independentes&#8217; eram as que melhores caberiam neste perfil. Sendo que me enganei profundamente. Não existe uma relação lógica e concebível nisto. Se alguma universidade tiver uma pesquisa sobre isto, deixo o apelo para que divulgue logo o resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que este mundo de 2009/2010 para quem nasceu na década de 80 para trás está estranho demais. Mas vamos que vamos!</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Este post é apenas parte integrante de minha pesquisa na tentativa de descobrir e desenvolver uma fórmula de compreensão das personas do sexo oposto, já que nem elas se conhecem.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Entre a maravilha e o caos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 02:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clauber Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava voltando hoje da cidade sorriso (Niterói) e resolvi ficar um pouco na janela da barca para passar o tempo da viagem. Pensei e me deparei com uma imagem da cidade de uma forma que não me lembro de ter visto. Por um instante surgiu aquele &#8216;momento turista&#8217;, aonde você para por um momento e analisa a cidade&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Estava voltando hoje da cidade sorriso (Niterói) e resolvi ficar um pouco na janela da barca para passar o tempo da viagem. Pensei e me deparei com uma imagem da cidade de uma forma que não me lembro de ter visto. Por um instante surgiu aquele &#8216;momento turista&#8217;, aonde você para por um momento e analisa a cidade aonde vive. Incrível é que no meio de tantos prédios, violência, comandos, milícias, ladrões e outras classes do gênero; a cidade seja tão bonita. Um contraste tão grande que só nestes momentos você repara o quanto a cidade é especial.</p>
<p style="text-align: justify;">A sensação foi bem diferente de quando chegamos ao fim de uma trilha ou aventura. Não existia adrenalina em meu corpo. Apenas um momento de reflexão. Foi estranho. Mas foi legal!</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez tenha sido um surto de um carioca que, às vezes, não se lembra de onde vive. Ou apenas tive por um instante a capacidade de analisar e de perceber de como não sabemos valorizar a cidade na qual vivemos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Apenas uma reclamação. Nestas novas catamarãs você não tem nenhuma visão externa da viagem. Tem que ficar em pé para ver algo. E mataram aquele espaço no segundo andar na proa e na popa. Uma pena!</span></p>
</blockquote>
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		<title>Efeitos de 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clauber Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ainda no embalo do filme (minhas opiniões sobre o filme não são tão positivas assim), vou fazer algumas considerações sobre o fim do mundo. O fim do mundo é você ter amigos que por si mesmos já provocam os primeiros abalos do fim do mundo. E eu tenho alguns destes amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">O destaque desta semana vai&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ainda no embalo do filme (minhas opiniões sobre o filme não são tão positivas assim), vou fazer algumas considerações sobre o fim do mundo. O fim do mundo é você ter amigos que por si mesmos já provocam os primeiros abalos do fim do mundo. E eu tenho alguns destes amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">O destaque desta semana vai para a Mary. Ela conseguiu influenciar a cidade inteira com o carma dela. Começa com a praia de sexta-feira. Ela conseguiu transformar a volta para casa em um engarrafamento gigantesco em um local aonde nem deveria ter engarrafamento. Mas iremos abstrair. Afinal, é amigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o limite veio no domingo. Nas últimas 12 rodadas do Campeonato Brasileiro, tenho ido religiosamente assistir os jogos na casa do Claudio e o irmão dele. Período que coincidiu justamente com a arrancada do futuro campeão brasileiro de 2010 na competição. Pois bem. Tudo estava indo bem até este domingo passado, dia 22. Resolvemos convidar a nossa amiga Mary a assistir o jogo conosco. A Terra começou a tremer neste instante. Estava tudo certo. Botafogo ganhou do São Paulo&#8230; Só faltava despachar o Goiás de volta para casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem. Nos primeiros minutos de jogo, simplesmente o sinal da TV cai e ficamos desamparados, tendo que ouvir o jogo em um rádio AM de um telefone celular. E o resultado foi aquele 0&#215;0 tosco. Juro que relutei a acreditar que o problema estava nela. Mas estava. Na segunda-feira, segundo o relato da própria, quando ela foi sair, simplesmente acabou a luz em Campo Grande. Quando ela resolve voltar, a luz do bairro é restabelecida.</p>
<p style="text-align: justify;">Era a informação que eu precisava para fazer uma reunião de emergência com o Claudio. A conclusão foi de que mulher e futebol não devem se misturar. Pedimos desculpas à nação rubro-negra. Mas, a partir da semana que vem, continuaremos nossa luta pelo hexa!</p>
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		<title>Violência carioca: a saga continua</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clauber Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clauber]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Só para deixar um desabafo. Até quando a coisa vai &#8216;ficar preta&#8217; nesta cidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Passada a revolta de ser assaltado em plena UERJ (em novembro/08), acontece mais um caso lastimável. Eu e uma amiga fomos assaltados na porta da minha casa! O último local aonde eu imaginaria que isto aconteceria. Sendo que o prejuízo foi grande:&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Só para deixar um desabafo. Até quando a coisa vai &#8216;ficar preta&#8217; nesta cidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Passada a revolta de ser assaltado em plena UERJ (em novembro/08), acontece mais um caso lastimável. Eu e uma amiga fomos assaltados na porta da minha casa! O último local aonde eu imaginaria que isto aconteceria. Sendo que o prejuízo foi grande: um carro.</p>
<p style="text-align: justify;">Após isto, ocorreram uma sequência de ações que são motivos para ficar muito irritado. IMEDIATAMENTE após o roubo, com os FDPs levando o carro no meu campo de visão, ligamos para o 190. Até que a chamada foi atendida  rapidamente. Pena que a atendente não tinha a mesma velocidade. Mas tudo bem. Depois ligamos para a seguradora. O tal do super-hiper-mega-rastreador da Porto Seguro naufragou junto com o barquinho que compõe a logo desta companhia. Simplesmente devem estar tentando rastrear até agora. E eles não dão nem uma chance de você acompanhar. Algo como o &#8217;senta e goza&#8217; que a Marta Suplicy falou na época da crise aérea.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o motivo do post não é este. Parei estes últimos dias para refletir um pouco mais sobre a violência urbana desta cidade. Não entrarei no mérito de dizer que os governantes são omissos, que o povo não protesta, que a justiça é falha, etc. Todos sabemos disto. É visível e não dá para negar. Somente o clã dominante de nossa sociedade não quer fazer nada a respeito. Afinal, segurança pública movimenta bilhões por ano. Tanto (ou até mais) quanto o turismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que eu quero comentar é a forma que o povo carioca se comporta no dia-a-dia. Talvez a velha forma de querer sair bem seja um dos principais motivos para esta desordem urbana. Assim como um viciado sustenta o tráfico de drogas, acredito que o próprio carioca sustente a indústria do roubo e assalto.</p>
<p style="text-align: justify;">Vemos vários exemplos diariamente. É o celular de última geração no camelô por apenas R$ 150,00, é o cordão de ouro pelo preço que você puder pagar, e por aí vai. O pior de tudo que o próprio &#8216;cidadão de bem&#8217; é quem vai lá e compra estes insumos. Já presenciei relatos de pessoas em conversas na rua que foram assaltadas e, no mesmo dia, dão uma passadinha na favela e compram um outro celular por R$ 50,00. Que moral esta pessoa possuem para reclamar da violência? Minimizar o seu prejuízo com o prejuízo alheio virou uma alternativa?</p>
<p style="text-align: justify;">O irônico que hoje em dia as pessoas comentam esta barganha como se fosse um grande negócio. Talvez, camuflado na economia de R$ 300,00 &#8211; R$ 400,00 em uma daqueles celulares da favela, estejam incluídos também minutos ou até horas de desespero de uma pessoa e de sua família sob a mira de uma arma. Talvez nesta economia também esteja inclusa a vida de uma pessoa que estava indo para casa mas no meio do caminho este trajeto tenha sido interrompido junto com sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas qual a importância?!? Afinal, já foi roubado e se não comprar alguém comprará. Tendo a consciência limpa de que não está fazendo nada de errado, que não foi este humilde cidadão que roubou, que matou. O que importa é a economia. E assim vamos sustentando a roda da violência urbana.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução geral para a violência desta cidade passa por uma reforma nas leis, nas polícias, da política de segurança, na educação, nas políticas de geração de emprego e renda&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, também não podemos esquecer que passa também pela educação e consciência do próprio carioca. Quando isto começar a acontecer, daremos um passo importante para a paz que tanto buscamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isto&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a saga continua.</strong></p>
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